quinta-feira, 8 de novembro de 2012

 
NOITE
 




Sempre que chegas
Encerras em ti tantos segredos
Tantos silêncios
Sinto-te a falta.

Minha companheira de escrita
Em tí me inspiro
No teu silêncio
Na calmia das tuas horas
Que parecem infindas.


Anseio que chegues
Mas quero que partas


Amálgama de melancolia
E harmonia

Parte
Devagarinho
De mansinho
Ao romper da Aurora.

Para poder sentir
Que me fazes falta
Ao fim do dia
Á mesma hora

E te contar
como
o Sol
me aqueceu o coração
Durante o dia!
Cristina Vaz

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