NOITE
Sempre que chegas
Encerras em ti tantos segredos
Tantos silêncios
Sinto-te a falta.
Minha companheira de escrita
Em tí me inspiro
No teu silêncio
Na calmia das tuas horas
Que parecem infindas.
Anseio que chegues
Mas quero que partas
Amálgama de melancolia
E harmonia
Parte
Devagarinho
De mansinho
Ao romper da Aurora.
Para poder sentir
Que me fazes falta
Ao fim do dia
Á mesma hora
E te contar
como
o Sol
me aqueceu o coração
Durante o dia!
Cristina Vaz

Sem comentários:
Enviar um comentário