Eu. Em palavras. Numa espécie de diário cronológico e sequencial de factos reais ou não.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
AGORA
Dou por mim a pensar
no dia em que o meu corpo se cansar
Em que irei desistir e o coração deixará de bater.
É inevitável eu sei...
Mas como farei depois para beijar os meus filhos?
Para lhes dizer que os amo?
Para os tentar proteger?
Isso atormenta-me.
Mais que tudo na vida.
Mais que a dor fisica.
Mais que a própria morte.
É por isso que sinto...
Sinto que é importante dizer
Fazer com que os que amamos
Percebam
Que são Queridos
Protegidos
Sentirem que fazem parte de nós
E que um dia apenas uma parte deixará de estar
Fisicamente presente
Ficará sempre algo neles de nós
Um beijo
Um abraço
Uma memória
Tatuada na alma
Pinceladas na eternidade
Cristina Vaz
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